O Psicólogo frente a pandemia

A importância do profissional nesse momento

Frente à crise que vivenciamos em decorrência do Coronavírus (COVID-19) vários desafios apareceram para o exercício profissional de várias profissões, o que falar do profissional de Psicologia? Em primeiro lugar, os psicólogos podem contribuir para ajudar a sociedade e colocar em prática o que as autoridades recomendam, onde uma delas é a quarentena, caso não seja possível, orientar para que outras prevenções possam ser tomadas para não colocar em risco nem o próprio profissional nem quem for atendido.

Os psicólogos, através de estratégias disponíveis para categoria, estão oferecendo cuidados psicológicos à população, já que tem condições profissionais de atuar em emergência e desastres, porém sempre seguindo com ética e ajudando no combate às fakes news, oferecendo informações corretas e não causando pânico.

Para a psicóloga e professora, Shirley Lizak da Fam (Centro Universitário das Américas),além do papel que já foi citado, o objetivo é minimizar os desconfortos da quarentena, tais como as possíveis alterações emocionais que possam ocorrer devido as eventuais mudanças de hábitos; os aspectos psicológicos do isolamento principalmente os idosos.

“Estamos trabalhando para que as pessoas que sejam atendidas aprendam a lidar com o medo e a insegurança, que este momento pode trazer. Sugerindo, por exemplo, formas criativas para lidar com o medo do desconhecido que o momento está trazendo”, finaliza.

Os  psicólogos estão ajudando a população encontrar formas de lidar com o momento que estamos vivendo e com o futuro incerto.

Medo e ansiedade são sentimentos comuns que podem aparecer nestes momentos, e muitas vezes, interpretamos mal o que está acontecendo, o que o outro está dizendo, porque essas coisas estão acontecendo. Não nos damos conta dessas inadequações, muitas vezes acreditamos que aquilo que estamos pensando é o melhor.

Para a professora, a inadequação de nossas ações pode se tornar mais grave quando não aceitamos que a vida não é como pensamos, dificultando o lidar. Sempre estamos diante destes fatos, porém quando isso passa do individual para o coletivo, como está ocorrendo neste momento este medo aumenta.

Por Patrícia Lima, Tuddo Comunicação